sábado, 14 de maio de 2011
Quanto é essa importancia pra sua mente?
Eu estaria mentindo se falasse que a verdade é de outro jeito.
Mas e daí ?
Ninguém precisa ou quer saber...
A vontade é mera especulação da mente
sobre as verdades que ela inventa
pra cobrir os erros
pra sanar os devaneios
e Isso vale pra quem sente-se.
Andam comendo meu cérebro,
mas eu o recupero
e construo mais... não vejo problema
há tantos outros pra esconder este.
terça-feira, 26 de abril de 2011
tempo
And people ask me:
"For how long time?"
Sorry, but I don’t know… I really wanted to know this, but I don’t know.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Não ser Humano
ou
Ser humano não praticante.
Se tornar uma coisa...
Continuo sempre com
as mesmas desgraças
engraçadas envoltas em
sorrisos bobos.
Hoje encontro felicidade
num outro olhar
que não reflexo do meu
e sim, do eu.
É calma, é paz
é algo em que me apoiar.
Não preciso fazer esforço nenhum
nem preciso abrir livro algum pra me explicar,
pra me expressar...
Se quer transmimento de pensação.
A mensagem é captada no olhar,
é só saber a qual ponto quer chegar.
Somos duas mentes abertas
vagando,
voando sobre o campo amarelo do outono,
nem quente, nem tão frio.
De mãos dadas, não atadas.
Friamente calculistas.
Uma quadra de olhos que enxergam
um mundo muito além dos outros olhos,
muito além do que imaginamos existir.
Me sinto bem só de me ver em você,
de me encontrar por aí, te olhando
retardada-mente relativo ao tempo
que é pouco, quando isso acontece
e no final das contas
sei que alguma "coisa"
ainda vale a pena
Ser humano não praticante.
Se tornar uma coisa...
Continuo sempre com
as mesmas desgraças
engraçadas envoltas em
sorrisos bobos.
Hoje encontro felicidade
num outro olhar
que não reflexo do meu
e sim, do eu.
É calma, é paz
é algo em que me apoiar.
Não preciso fazer esforço nenhum
nem preciso abrir livro algum pra me explicar,
pra me expressar...
Se quer transmimento de pensação.
A mensagem é captada no olhar,
é só saber a qual ponto quer chegar.
Somos duas mentes abertas
vagando,
voando sobre o campo amarelo do outono,
nem quente, nem tão frio.
De mãos dadas, não atadas.
Friamente calculistas.
Uma quadra de olhos que enxergam
um mundo muito além dos outros olhos,
muito além do que imaginamos existir.
Me sinto bem só de me ver em você,
de me encontrar por aí, te olhando
retardada-mente relativo ao tempo
que é pouco, quando isso acontece
e no final das contas
sei que alguma "coisa"
ainda vale a pena
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Same Insane
Vivo numa eterna insónia.
Se você não for necessário, não existe.
Minha mente me dá muito mais medo do que o mundo aqui fora.
O ser humano é deplorável... E quase nenhum deles merecem o que tem.
O que talvez me diferencie de todo o resto
é a minha consciência.
Eu sou o mesmo lixo que renasce todas as manhãs,
e eu posso estar enganado.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Monólogo Plurativo
Um dia estava passeando,
ainda que queira, não me lembro por onde
e me deparei, surpreso,
com pegadas muito estranhas.
Pareciam de coelho,
mas cheiravam a tinta fresca.
Resolvi segui-las, e rastreei-as
até uma árvore de grosso tronco marrom escuro.
O topo não era visível
quão grande era a árvore.
Ainda sim avistava o canto dos pássaros
que ali habitavam
e escutava o cheiro de suas verdes folhas...
A tinta ali no chão era tão evidente
que ainda estava molhada
e acompanhava alguns escorridos e borrões.
Pelo que dava pra ver, as pegadas contornavam a
árvore que fazia uma longa curva logo a frente.
Pra ter certeza, resolvi continuar seguindo,
e na metade posterior da árvore encontrei um senhorzinho sentado,
velho, de barba branca envolta de todo o seu queixo até sua costeleta.
Trajava um paletó completo verde, e uma cartola desbotada,
provavelmente pelo tempo, de mesma cor
enfeitada com um trevo de quatro folhas
muito amassado,
pendurado todo torto, quase caindo...
O senhor segurava um carimbo grande
em forma de pé de coelho
e um balde de tinta de indefiniveis cores dançantes,
que não se aquietavam.
Um em cada uma de suas duas mãos velhas,
ásperas e grossas, com luvas surradas e rasgadas nos dedos.
O senhor realmente não esperou nem meio pensamento meu
e logo me disse, por entre os dentes inferiores saltados,
juntos do seu maxilar que era um tanto quanto avantajado
e pra frente.
Disse com uma voz rouca e pouco estridente:
-hahaha meu caro jovem...
Você caiu, como tantos outros!
E saiba, não serás o ultimo dos meus
casos...
Você quer fazer a diferença,
quer se tornar algo,
alguma coisa. - Gesticulava com o carimbo no ar -
expressar-se.
Dar de si o que enxerga de melhor.
E que isso possa mudar as coisas!
Sim sim... Pois Zé meu filho...
Eu digo sim!
Pode ser de muitos desses casos
dar-te abraços apertados,
e levar-te para dançar num parque
sem cadeiras de balanço.
Ou pode ser que eles o enganem
e o faça esquecer o que você é...
hehehe...
Construa como quiser a sua casca,
sua casa exterior, seu sorriso,
ou o que quer que seja que você queira
que avistem em você...
Mate uma pessoa...
Escreva um livro...
Cruze os dedos e tenha medo!
Faça o que quiser de você mesmo,
mas nunca se esqueça de você...
O que você guarda aqui - disse ele batendo com carimbo na sua velha cartola verde desbotada -
e aqui - batendo agora em seu bolso esquerdo do paletó -
é o que realmente faz de você
um você diferente!
O senhor tirou uma maça do respectivo bolso,
a abocanhou quase inteira em uma só mordida,
guardou o caroço em sua cartola,
e prosseguiu, marcando pegadas por todo o chão...
E antes que não o visse mais, após a nova curva da árvore ele voltou a falar:
-Ah,
e antes que eu esqueça, não se esqueça...
Que as vezes é bom não errar os recipientes...
E as vezes é bom ponderar aonde se guarda suas coisas...
Com outra leve risada desgastada, ele tirou uma maçã de dentro de sua cartola,
aonde já não havia mais caroço, e colocou-a no bolso esquerdo do seu paletó...
Até nunca!
ou
Até logo!
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Tic, Tac, Urgh!
Todo ano se repete.
É a mesma coisa,
sempre uma copia,
da copia,
da copia...
Um sentimento de inutilidade
e inexpressividade,
é o que eu sinto, por todo
esse período específico.
O único intuito permanente
sob meus instintos
é de me fazer um lixo
e sentir-me cada vez pior.
Uma imensurável vontade
de não viver por uns dias,
de não precisar compartilhar
alguns sorrisos tristes,
de não suportar e
não ter de ser suportado
por outros...
Um medo profundo, de errar
na pior hora
com quem talvez não tenha nada
a ver!
Não vejo nada em que me apoiar.
Enquanto brigo por uma caridade de sono
levo uma surra do cansaço,
que não me deixa pregar os olhos.
Tudo o que significa nada pra mim.
Me enche de sentimentos
infundados,
duradouros,
raiva, ódio,
repúdio.
Me sinto incapaz de guardar tanta
desordem dentro de mim.
A todo momento acho que vou explodir...
Daí provem o medo!
É como caminhar nas brasas
durante alguns dias.
Um urro de dor se acanha dentro de mim
e isso não vai me tornar melhor.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A Way
You can break your legs.
You can leave yourself to soak,
and see himself reflect
in his eyes half wet.
You can try.
Or give up if you want.
But, it always ends up at the beginning
of a same purpose.
Nothing will die for their willingness.
It can not be changed.
Nothing will grow, only from willingness.
And maybe you want to change.
You define what differentiates, you from other.
The rest, just make you equals...
domingo, 12 de dezembro de 2010
Self-Destructive Recreation
A falta da falta nem sempre é presença.
E no final, tudo acaba como antes...
Uma cópia de todo o resto.
Não durmo.
Nem consigo me manter acordado.
Sem motivos e sem razão,
Nunca os tenho.
Chorar por chorar...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Constante Verdade Aleatória
Eu cansei de agir
como os outros esperam que eu reaja.
Me tornei um idiota.
Mas me tornei eu mesmo!
Nada, com um cheiro de corpo.
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